terça-feira, 12 de março de 2013

6ª Feira Catarinense do Livro




6ª Feira Catarinense do Livro

Data: de 02 a 11 de maio de 2013.

Horário: das 9 as 20 horas.

Local: Largo da Alfândega - Centro - Florianópolis - SC


terça-feira, 5 de março de 2013

Convite ao Escritor

Prezado(a) Escritor(a),

É com imensa satisfação que convidamos vossa senhoria a se um Sócio Colaborador da Câmara Catarinense do Livro, uma entidade sócio-cultural e sem fins econômicos, que foi criada com o objetivo de unir as entidades literárias e os livreiros de Santa Catarina, bem como promover e divulgar as obras dos autores catarinenses.

O escritor, Sócio Colaborador da Câmara Catarinense do Livro, terá diversos benefícios oferecidos pela entidade. Entre eles:

1. Espaço nas Feiras de Livros promovidas pela entidade, para lançamentos, sessões de autógrafos e comercialização de livros. A CCL costuma promover duas Feiras de Livros  anuais em Florianópolis e, a partir deste ano, o espaço dos escritores catarinenses será reservado para os que forem sócios da entidade.

2. Inscrição no Curso de Formação Continuada para Escritores. Este curso será oferecido em encontros periódicos, com o objetivo de aperfeiçoar o ofício de escrever e de comercializar um livro. Os participantes receberão certificado, ao final do curso.

3. Espaço para divulgação de textos no blog da Câmara Catarinense do Livro. www.cclivro.blogspot.com.br.

4. Registro de ISBN, na Biblioteca Nacional, através da entidade.

O escritor, para tornar-se Sócio Colaborador da Câmara Catarinense do Livro deverá pagar R$ 25,00 ao mês ou R$ 250,00 ao ano e preencher o formulário de cadastro que deve ser solicitado pelo e-mail comunica@cclivro.org.br, com a Srª Rosângela.

Por gentileza, divulgue para seus amigos!

Atenciosamente,

Irene Rios da Silva

Presidente da CCL

48 3223-1077 // 48 9623-7964

3º Festival Nacional do Conto


Festival Nacional do Conto

O 3º Festival Nacional do Conto, único evento dedicado ao gênero na América, desembarca pela primeira vez em Florianópolis a partir do dia 19 de março. Serão cinco dias dedicados ao conto,  neste projeto de difusão, discussão e fomento, que traz para Santa Catarina o debate sobre um dos gêneros literários mais populares do globo, e que no Brasil chegou ao ápice com Machado de Assis, Clarice Lispector, Dalton Trevisan, Luiz Vilela e Rubem Fonseca. Para esta terceira edição, os nomes confirmados são Luiz Vilela (MG), João Silvério Trevisan (SP), Ronaldo Bressane (SP), Luci Collin (PR), Marcelo Moutinho (RJ), Antônio Xerxenesky (SP), Leandro Sarmatz (SP), Julián Fuks (SP), Luiz Felipe Leprevost (PR) e Silveira de Souza (SC).
Todas as mesas do evento ocorrem no Teatro SESC Prainha (Travessa Syriaco Atherino, 100, Centro, Florianópolis), com entrada franca. 
19 de março de 2013, terça-feira
20h – O tremor da terra:  abertura oficial com o convidado de honra Luiz Vilela
Leitura de um conto inédito do livro “Era Aqui”, de contos, a sair pela Editora
Record ainda no primeiro semestre deste ano, seguida de um bate-papo com Luiz Vilela. Autor de vários livros de contos, entre os quais A Cabeça, Vilela é, inegavelmente, um dos maiores contistas brasileiros de todos os tempos. Escreveu também novelas, como “Bóris e Dóris”, e romances, como “Perdição”, este seu mais recente livro, publicado em 2011 e que recebeu o Prêmio Literário Nacional PEN Clube do Brasil 2012. 
20h40min – A estranheza do conto, com Luci Collin
As fronteiras do conto e o espaço que o gênero ocupa na produção de Luci Collin. A  curitibana Luci Collin conquistou seu espaço como uma das grandes vozes do conto com “Precioso impreciso”, “Inescritos”, “Vozes num divertimento”  e “Acasos pensados”. A curitibana é pós-doutora em literatura irlandesa pela USP e já traduziu Gary Snyder, Gertrude Stein, E. E. Cummings, Eiléan Ní Chuilleanáin e Jerome Rothenberg, entre outros.
20 de março de 2013, quarta-feira
20h – A diversidade no conto brasileiro contemporâneo, com Marcelo Moutinho (RJ), Antônio Xerxenesky (SP) e Ronaldo Bressane (SP)
Três contistas absolutamente diferentes numa conversa franca sobre os caminhos da prosa brasileira contemporânea. Autor dos livros de contos “A palavra ausente”, “Somos todos iguais nesta noite” e “Memórias do barco”, o carioca Marcelo Moutinho conversa com o gaúcho radicado em São Paulo, Antônio Xerxenesky, autor de “A página assombrada por fantasmas” e “Areia nos dentes”, e com o paulista Ronaldo Bressane, autor da trilogia de contos A Outra Comédia, composta por “Os infernos possíveis”, “10 presídios de bolso” e “Céu de Lúcifer”. Organizou a coletânea de contos “Esta História Está Diferente”, pela  Cia das Letras e é roteirista da novela gráfica V.I.S.H.N.U. (Cia das Letras).
21 de março de 2013, quinta-feira
20h – Tradição e contemporâneidade, com Leandro Sarmatz e Julián Fuks
Os fantasmas que rondam a escrita e o peso da tradição na produção contemporânea. Gáucho radicadoem São Paulo, o descendente de imigrantes judeus Leandro Sarmatz, autor de “Logocausto” e “Uma fome”, debate com o paulista e filho de argentinos Julián Fuks, autor de “Fragmentos de Alberto,Ulisses, Carolina e eu”, “Histórias de literatura e cegueira” e “Procura do romance”.
22 de março de 2013, sexta-feira
20h – Ecos: uma conversa com Silveira de Souza 
Uma homenagem para um dos grandes contistas catarinenses, autor de “Ecos no porão – Volumes I e II”, “Relatos escolhidos” e “Janela de varrer”. A conversa será mediada pelo poeta e diretor da  Editora da UFSC, Sérgio Medeiros.
23 de março de 2013, sábado
20h – Show “Já tive uns ataques, vou ter mais uma síncope” e lançamento do EP homônimo, com Luiz Felipe Leprevost
O curitibano Luiz Felipe Leprevost é poeta, dramaturgo, contista, músico, ator e diretor teatral.  É autor do livro/CD “Fôlego”e dos livros “Tornozelos Deitados”, “Cecília Roendo as Unhas”, “Ode Mundana”, “Pífio, monólogos dos psicotrópicos que não fazem mais efeito”  e “Inverno dentro dos Tímpanos”. 
Oficina de criação literária com João Silvério Trevisan 
João Silvério Trevisan é autor de “Ana em Veneza”, “Troços & Destroços”, “O Livro do Avesso” (os três vencedores do Prêmio Jabuti) e de “O rei do cheiro” (Prêmio APCA).
Sexta-feira, 22 de março de 2012: 19h até 22h
Sábado, 23 de março: 16h até 19h
Inscrições até 19 de março com Patrícia Galeli: patriciagaleli@sesc-sc.com.br
Fonte: http://www.festivalnacionaldoconto.com.br/ - Acesso em 05/03/2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

EM MARÇO Tem Baú de Histórias – Circuito Catarinense de Narrativas Sesc/SC


“O Baú de Histórias é um projeto que propõe a circulação de espetáculos de contação de histórias por todas as unidades do SESC em Santa Catarina e cidades parceiras. Dirigido a adultos e crianças, o Projeto é uma ação em prol do incentivo à leitura, valorização do contador de histórias como profissional  e a difusão da literatura de todas as procedências.”

No mês de Março a Cia ContaCausos de Chapecó realizará 28 apresentações do Espetáculo  de Contação de Histórias Nem Te Conto – Uma história que vira e mexe acontece! Em 14 municípios catarinenses, em cada município serão realizadas duas apresentações gratuitas e abertas à toda comunidade.

A turnê inicia no dia 08/03  em Florianópolis com apresentações às 10h e às 15h no teatro SESC Prainha e encerra a sua primeira etapa no dia 23/03  em  Bela Vista do Toldo-SC.

No total serão realizadas 54 apresentações em 28 cidades catarinenses, a segunda etapa da circulação será realizada em junho/2013 onde serão realizadas mais 26 apresentações em 13 municípios catarinenses.

Esta é a segunda vez que a Cia é selecionada para participar do projeto, a primeira experiência foi em 2011, onde foram realizadas 54 apresentações do Espetáculo Esticando as Canelas – Contos de enganar a morte!

Em 2013 o espetáculo da vez é o Nem Te Conto  trata-se de uma adaptação de  várias narrativas da literatura oral que envolvem personagens distintos da cultura popular brasileira: uma moça “dançadeira” e a figura do “diabo louro”. O espetáculo faz uma junção das diferentes versões, mesclando elementos da superstição popular e do folclore regional e nacional, dando visibilidade a cultura oral, estimulando o reconhecimento e a valorização dessas expressões como manifestações do patrimônio imaterial regional, e assegurando a continuidade da tradição popular.

Fique de olho na agenda:
08/03 – Florianópolis – SC

09/03 – São José-SC

10/03 – Tijucas- SC

11/03 – Brusque-SC

13/03 – Gaspar-SC

14/03 – Blumenau-SC

15/03 – Balneário Camboriú-SC

16/03 – Itajaí-SC

17/03 – Barra Velha-SC

18/03 – Jaraguá do Sul-SC

19/03 – Joinville-SC

21/03 – São Bento do Sul-SC

22/03 – Canoinhas-SC

23/03 – Bela Vista do Toldo-SC


ACOMPANHE A PROGRAMAÇÃO COMPLETA EM TODO O ESTADO DE SANTA CATARINA PELO ENDEREÇO: http://www.sesc-sc.com.br/blog/?p=1887

Fonte: http://www.contacausos.com.br/?p=3758 - Acesso em 04/03/2013,

Megalivrarias crescem no Brasil, apesar da internet

Enquanto nos EUA as grandes redes sucumbem à força das lojas digitais, no Brasil cenário é de expansão e aumento das vendas.

NAYARA FRAGA - O Estado de S.Paulo

Enquanto nos Estados Unidos as megalivrarias fecham as portas, no Brasil o cenário é de expansão. As grandes redes do País têm ganhado cada vez mais espaço. O aumento do número de lojas que faturam entre R$ 7 milhões e R$ 10 milhões por ano dá a dimensão do fenômeno: elas saltaram de três em cada cem, em 2009, para 17 em cada cem em 2012, segundo pesquisa da consultoria Gfk. E, ao contrário do que se poderia imaginar, boa parte do crescimento está no mundo físico - mesmo diante do avanço das operações online.
A Livraria Cultura, hoje presente em oito Estados, abrirá quatro unidades neste ano. A Livrarias Curitiba, que tem presença forte no Paraná e em Santa Catarina, inaugurou duas em 2012 e vai abrir outra de mil metros quadrados em Sorocaba (SP). Maior rede do País, a Saraiva, dona de cem unidades, vai abrir mais quatro este ano.
Mas por que essa expansão num país em que os cidadãos leem, em média, quatro livros por ano (incluindo os lidos na escola)? Nos Estados Unidos, onde essa estimativa sobe para dez, a rede Borders fechou todas as suas unidades, deixando cerca de 10 mil funcionários sem trabalho, e a previsão é que outra grande rede, a Barnes & Noble, feche um terço de suas lojas nos próximos dez anos.
Além de haver espaço para a abertura de novas lojas no Brasil (são 3.481 livrarias para 5,5 mil municípios), há outras explicações para esse contraponto. A primeira delas é o contexto econômico. Os americanos, desde a crise financeira de 2008, têm consumido menos. Isso se opõe ao cenário brasileiro, onde - mesmo com a desaceleração da economia - a classe média emergente está ficando mais educada.
"O número de potenciais compradores de livro está crescendo junto com o aumento dos alunos em cursos superiores", diz o consultor do mercado editorial Gerson Ramos. "Embora esse estudante seja mais um consumidor de material preparado para as aulas, estamos formando uma pessoa que pode virar um leitor."
Outra característica que diferencia a realidade brasileira da americana é a situação do varejo. Não são apenas as livrarias que estão encerrando as suas operações físicas nos EUA. O grupo de vestuário Abercrombie & Fitch, por exemplo, fechou 135 lojas nos últimos dois anos e anunciou que planeja fechar mais 180 unidades nos próximos anos. A Best Buy, ícone na venda de produtos eletrônicos, encerrou as atividades de 50 lojas.
Na opinião do presidente da Livraria Cultura, Sergio Herz, as livrarias americanas estão inseridas num contexto em que o varejo tenta se reinventar diante da força do comércio eletrônico. "Nos anos 60, o que você fazia para conquistar um cliente? Abria uma loja. Hoje, o cliente passa em frente à sua loja com um smartphone (que informa preços e permite a compra de produtos)."
A migração das vendas físicas para o mundo online, para o executivo, seria o principal fator para a crise no varejo americano. Esse, aliás, foi um dos assuntos polêmicos tratados na Retail Big Show, o maior evento do setor, realizado nos Estados Unidos. Durante a feira, ouviu-se de analistas que em dez anos o Walmart, hoje o maior varejista do mundo, deve perder esse posto para a Amazon, o maior site de e-commerce.
Dito isso, é natural pensar que o mesmo problema afete o Brasil e, consequentemente, as livrarias. Mas Marcilio Pousada, presidente da Saraiva, pondera que as livrarias americanas não construíram grandes negócios na internet. A Borders, por exemplo, entregou toda a sua operação de venda online para a Amazon no início dos anos 2000. "Em 1998, nós estabelecemos um negócio muito forte na internet, que hoje representa 35% das vendas da Saraiva (o site vende outras coisas, mas o livro é o carro-chefe). Quem tem livraria física, mas não está bem na internet, pode vir a ter problema sim."
Quem não incrementa a estrutura da operação física, por outro lado, também tende a não obter sucesso no Brasil. Nesse quesito, as livrarias locais estão na frente das americanas, segundo Samuel Seibel, dono da paulistana Livraria da Vila (que inaugura uma loja em Curitiba neste ano). "As brasileiras são mais aconchegantes e extrapolam o conceito que tínhamos de livraria há até pouco tempo, pois viraram um ponto de encontro. Você marca reuniões, toma café e tem o ambiente como algo agradável."
Segundo ele, esse "charme" típico das livrarias brasileiras contrasta com as lojas dos EUA. Além de diversas filiais e muitos metros quadrados, as americanas são bastante parecidas umas com as outras e oferecem exatamente a mesma experiência. "No nosso caso, o projeto arquitetônico consegue ter uma particularidade em cada loja. O bem-estar se recompõe a cada projeto."
Nas lojas de Seibel, os móveis são comprados em brechó, há estantes onduladas, escadas com corrimão arredondado, pufes grandes coloridos, poltronas e tapetes. Tudo é composto de forma distinta em cada uma das sete unidades existentes na capital paulista. A tentativa é fazer da livraria um local de passeio.
A Livraria Cultura, cuja unidade do edifício Conjunto Nacional, em São Paulo, também esbanja curvas e cores, tem ainda duas salas de cinema e teatro. Neste ano, a empresa usará seus teatros e auditórios para começar a oferecer cursos livres em diversas áreas do conhecimento.
Diversificação. Além de criar um espaço de entretenimento, as livrarias têm se esforçado para ir além dos livros. A Fnac já se consagrou na venda de TV, celular e computador, entre outras categorias - deixando até o acervo de obras em segundo plano. Lá, os livros respondem por cerca de 25% do faturamento total da loja, segundo estimativas do mercado. Na Saraiva, também é possível encontrar brinquedo, tablet, massageador e TV.
"Trata-se da necessidade de ter um conjunto de produtos de maior valor unitário", diz Gerson Ramos. Isso se prova nos números. Em 2009, quase todo o faturamento vinha dos livros para 37% das livrarias brasileiras. Em 2012, essa fatia caiu para 22%. É o começo da vida das livrarias além dos livros. / COLABOROU MARIA FERNANDA RODRIGUES.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Udesc divulga lista de livros obrigatórios para o Vestibular de Inverno 2013

São cinco obras literárias brasileiras que estarão na prova do dia 9 de junho.

Udesc divulga lista de livros obrigatórios para o Vestibular de Inverno 2013 Divulgação/Divulgação

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) divulgou nesta quinta-feira a relação das obras literários obrigatórias para o Vestibular de Inverno 2013. São cinco livros e todos foram escritos por conhecidos autores brasileiros. Segundo a Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da Udesc, a leitura integral dos livros é fundamental para um bom resultado na avaliação.
1. Guido Wilmar Sassi, "Geração do Deserto", Editora Movimento;
2. Jorge Amado, "Capitães da Areia", Companhia das Letras;
3. Mário de Andrade, "Amar, verbo intransitivo", Editora Agir;
4. Nelson Rodrigues, "Beijo no Asfalto", Nova Fronteira;
5. Silveira de Souza, "Ecos no Porão - volume 2", Editora da UFSC (acervo digital).
Nelson Rodrigues é um dos autores que devem ser lidos pelos candidatosFoto: Divulgação / Divulgação

Obras e Autores para o Vestibular UFSC / 2014

1 - Obra: Helena, Autor: Machado de Assis 
Editora: www.dominiopublico.gov.br 

2 - Obra:
 Clarissa Autor: Érico Veríssimo 
Editora: Companhia das Letras 

3 - Obra:
 Amar, verbo intransitivo, Autor: Mário de Andrade
Editora: Agir 

4 - Obra:
 Orfeu da Conceição, Autor: Vinicius de Moraes
Editora: www.viniciusdemoraes.com.br/site/article.php3?id_article=665 

5 - Obra:
 Gabriela, cravo e canela, Autor: Jorge Amado
Editora: Companhia das Letras 

6 - Obra: A Hora da Estrela, Autor: Clarice Lispector
Editora: Rocco 

7 - Obra:
 Últimos Sonetos, Autor: Cruz e Sousa
Editora UFSC e www.dominiopublico.gov.br 

8 - Obra:
 O detetive de Florianópolis, Autor: Jair Francisco Hamms
Editora: UFSC 

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
a) Recomenda-se a leitura integral das obras.
b) O conhecimento dessas obras supõe capacidade de análise e interpretação de textos, bem como o reconhecimento de aspectos próprios aos diferentes gêneros.
c) Entende-se que é necessário conhecer também o contexto histórico, social, cultural e estético de cada obra.
Fonte: http://coperve.ufsc.br/proximos-vestibulares/ - Acesso em 01/03/2013